O meu primeiro Dia das Mães sem minha família.

O meu primeiro Dia das Mães sem minha família.

As taxas de mortalidade do coronavírus aumentam diariamente de acordo com a idade. De 3,6% entre 60 e 69 anos, sobe para 14,8% entre infectados com mais de 80, indicam os dados de um estudo elaborado por médicos chineses.

O cuidado, a prudência, enfim, nos obriga a ficar quietos em nosso isolamento, dando graças a Deus por ainda podermos desfrutar de encontros virtuais.

Eu estou prudentemente isolada a mais de dois meses. Sou do grupo de risco, além de mais de 60 anos tenho asma. Estou matando as saudades via encontros virtuais, porém, confesso: a falta de contato físico com meus filhos e netos é um sofrimento que me aflige.

Eu tenho a consciência de que a distância de meus filhos neste momento, nada mais é do que um cuidado repleto de muito amor por mim e que inclui saudades com o sacrifício de muita responsabilidade. A situação em que estamos vivendo exige o completo afastamento, em benefício a nós mesmos, e manter distância é o necessário desafio a vencer.

A minha expectativa é que nossos encontros físicos, em breve, será bem mais gostoso, dengoso, e há de compensar esta ausência dolorida com muitos beijos e abraços. Este dia vai chegar.Tudo isso vai passar!

Quando tudo isso terminar teremos um carinhoso pandemônio de nossa família, todos eles em nossas casas.

Fiquemos em casa e Feliz Dia das Mães.

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Michelle Marie