O Banco Central anunciou mudanças importantes no Pix, trazendo novidades que afetam tanto a segurança quanto a praticidade das transações. A principal alteração é que chaves Pix associadas a CPFs ou CNPJs irregulares na Receita Federal serão automaticamente excluídas. Ou seja, se seu CPF ou o CNPJ da sua empresa estiver com pendência cadastral, adeus à chave Pix!
A atualização não tem relação com impostos atrasados, mas sim com a regularização do cadastro na Receita. Para empresas, CNPJs em situação “suspensa”, “inapta”, “baixada” ou “nula” não poderão manter chaves Pix ativas. O BC quer garantir que os nomes vinculados ao sistema estejam 100% alinhados com os registros oficiais.
Além disso, vem aí o Pix por aproximação (NFC)! Agora, será possível pagar apenas aproximando o celular da maquininha, sem precisar escanear QR Code. Mas atenção: tanto o pagador quanto o estabelecimento precisam ter dispositivos compatíveis e conexão com a internet. Para garantir mais segurança, será obrigatório cadastrar a conta com autenticação por biometria ou senha. O limite por transação será de R$ 500, mas os usuários poderão ajustar esse valor junto ao banco.
O especialista em direito digital Francisco Gomes Júnior reforça que, apesar da praticidade, é essencial adotar boas práticas de segurança: senhas fortes, autenticação em dois fatores e atualização constante dos apps bancários são algumas das recomendações para evitar golpes.
No fim das contas, o BC quer tornar o Pix mais seguro e eficiente. Mas fica a pergunta: e os usuários de e-mails e outras plataformas? Como ficam? A dúvida que não quer calar!