Para recuperar a confiança abalada após a recente interrupção de estudos com a vacina de Oxford, as farmacêuticas Moderna, Pfizer e a própria AstraZeneca decidiram revelar documentos inéditos sobre os critérios de avaliação de seus imunizantes em testes. O The New York Times divulgou detalhes das pesquisas que incluem seleção e monitoramento dos participantes, condições sob as quais os trabalhos podem ser interrompidos precocemente e evidências que serão usadas para determinar se o medicamento é capaz de prevenir a Covid-19. Entre as três, especialistas apontam que o plano da AstraZeneca é o mais rigoroso devido à quantidade de análises preliminares.
Confira aqui os bastidores da vacina de Oxford
- Notas | 23 de Setembro de 2020 09h44
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