Carybé, justa homenagem!

Carybé, justa homenagem!

O gabinete Português de Leitura abre suas portas logo mais para a entrega do Prêmio Cabral 2015, post mortem, ao escritor plástico Hector Julio Páride Bernabó - CARYBÉ, que nasceu na Argentina e escolheu a Bahia para aqui gravar sua vida e sua arte com genialidade e amor, sendo reporesentado no ato por sua filha Solange Bernabó. Após a solenidade será servido um "porto de honra".

Em tempo: Jorge Amado, em O Capeta Carybé, traz muitos relatos sobre seu grande amigo Carybé, cuja riqueza de vida é quase ficção: aventuras de sobrevivência, casamento, andanças desde Buenos Aires, sua terra natal, até a Bahia. O artista plástico registrou nas suas obras cenas e cenários muito brasileiros, como vilarejos de pescadores, bailarinas, saídas de igreja e pausas de vaqueiros. Sua obra levou a Bahia mundo afora. Por isso Jorge Amado fala de Carybé como "exemplo notável em sua arte, que recria a realidade do país e da vida popular que ele conhece como poucos, por tê-la vivido como ninguém".

Caribé e Jorge Amado, amigos inseparáveis Caribé e Jorge Amado, amigos inseparáveis

Mulata Grande, obra de Carybé (Foto: Reprodução) Mulata Grande, obra de Carybé (Foto: Reprodução)

Cangaceiros de Carybé (Foto: Reprodução) Cangaceiros de Carybé (Foto: Reprodução)

A Morte de Alexandrina, de Carybé (1953) (Foto: Reprodução) A Morte de Alexandrina, de Carybé (1953) (Foto: Reprodução)

 (Foto: Reprodução) (Foto: Reprodução)

 

 

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Michelle Marie