Mercado do Rio Vermelho se transforma em ponto turístico
Gastronomia e lazer
Reinaugurado há nove meses, com a proposta de ser mais uma opção no roteiro turístico e comercial da capital baiana, o Mercado do Rio Vermelho – conhecido por Ceasinha - se transformou em importante centro de compras de Salvador.
Produtos variados e selecionados estão à venda no espaço, que hoje é também ponto de encontro de turistas e boêmios apaixonados por gastronomia e música. São mais de 20 opções de estabelecimentos, entre bares, restaurantes e lanchonetes onde o público encontra o melhor da culinária brasileira e também internacional.
Dedicação - Um dos mais antigos permissionários do mercado, Edson Alípio, conhecido por Edinho, garante que tudo é feito com o maior capricho para agradar aos mais exigentes paladares. “O tempero é meu e de minha mulher, Irene. A gente faz o que a gente gosta”. Segundo ele, que está na Ceasinha há 40 anos, Salvador precisava de um local como esse.
Daniela Lisboa, uma das sócias do restaurante Filhas D. Ana, explica que utiliza os critérios dedicação e profissionalismo para selecionar os colaboradores. Em atividade há 30 anos, o estabelecimento trabalha com bufê variado. “Seguimos todas as normas que a vigilância [sanitária] exige. Temos uma equipe bem preparada e clientes fiéis durante a semana e os finais de semana”.
Entre os pratos mais solicitados no Mercado do Rio Vermelho muitos são caseiros. Um exemplo é o picadinho ‘Jammil’, feito com alcatra, ovo, farofa, arroz e banana da terra, e o Ivete Sangalo, com carne de sol de filé mignon, banana da terra e arroz com salsa, ambos exclusividade do Boteco Marta Góes.
Para quem gosta de peixe, não pode deixar de provar o bacalhau com batatas ao murro (amassadas à mão) no Le Petit Bistrô. Os turistas pernambucanos Leôncio Carvalho e Ajon Tenório, que são médicos, vieram de longe saborear o famoso prato comercializado no mercado. “[É] de primeira linha. Não tem muito sal. Acho que é um dos melhores bacalhaus que comi em Salvador”.

