Restaurante Pobre Ruan

Infinitos sabores e muito estilo!

Restaurante Pobre Ruan

Querido pela high society soteropolitana, o restaurante Pobre Ruan foi fundado em 2004, por um grupo de amigos que tinham o desejo de oferecer um ambiente agradável e sofisticadopara saborear boas carnes assadas e na grelha. Mantendo essa tradição, as três casas da capital paulista (Vila Olímpia, Cidade Jardim e Higienópolis), Alphaville, Campinas, Brasília, Rio de Janeiro (Barra e São Conrado) e Recife possuem ambiente, que levam o cliente a degustar a experiência de conhecer mais sobre os sabores portenhos.

 O Pobre Ruan foi inaugura em Salvador, no mesmo local do antigo Baby Beef Bahia, no dia 02 de setembro, trazendo para os baianos um menu de especialidades portenhas.A casa conta com a supervisão de Santana (Benício Santana) e pratos assinados pela chef executiva da marca, Priscila Oliveira, em parceria com o chef local Izaqueu Novaes, um grupo que contribui efetivamente para o sucesso do estabelecimento.

E como tudo que é de qualidade e bom gosto e qualidade, nós do Site MM gostamos muitos, fomos lá conferir de pertinho o segredo desse sucesso e bater um papo com chef Priscila Oliveira. Confiram abaixo a entrevista:

 

                                        ENTREVISTA COM A CHEF. PRICILA OLIVEIRA

 

MM. Qual é a melhor definição da cozinha do Pobre Juan?

Chef. O Pobre Juan é uma Parrilla Premium, inspirada na cozinha argentina, com influências uruguaias e espanholas.  

 

MM. O que mais agrada o paladar do baiano?

 Chef. A preocupação obsessiva com produtos de qualidade, cortes nobres exclusivos e o cuidado no preparo são nossas marcas registradas. Croquetas de Jamón, Carpaccio de Ojo del Bife, Bife Pobre Juan, e Churros de Dulce de Leche são novidades na cidade que esperamos fazer sucesso.  

 

MM. As entradas no Pobre Juan são atrações à parte. Nos fale um pouco sobre elas.

Chef.  Oferecemos clássicos portenhos como Empanadas, Chorizos, Mollejas, Morcillas e Chinchulín, além de Tapas com inspiração espanhola como Croquetas de Jamón, a Tostada Pobre Juan e o Mix Ibérico (seleção de embutidos importados Pata Negra). Todas estas entradas visam uma experiência mais completa do comensal, muitas vezes no bar ou lounge para acompanhar Drinks, Sangrias e Vinhos antes de ir à mesa. 

 

MM. Qual segredo do Pobre Juan para deixar as carnes com sabor tão especial?

 Chef. O Pobre Juan acompanha todo o processo de produção da carne, desde a seleção dos garrotes de raças britânicas no pasto, passando pelo abate, desossa, porcionamento e maturação até a preparação do prato. É um processo longo, delicado e oneroso cuidado por profissionais especializados e dedicados, muitas vezes inviável para a maioria das casas de carnes.    

 

MM.  O Pobre Juan trabalha com ingredientes exclusivos. Quais desses você poderia destacar como diferencial do restaurante?

 Chef. Grande parte de nossas carnes são exclusivas, outros itens como queijos, massas e embutidos também são produzidos especificamente para o Pobre Juan.  

 

MM. Há chefs que comentam, ao elaborar um menu, que  os pratos possuem uma história ou estão inseridos em um enredo.  Como você destacaria a construção do menu do Pobre Juan?

 Chef. Nosso menu é dinâmico, gira ao redor da grelha argentina, o coração da casa, e constantemente lançamos novidades exclusivas. Evoluímos desde os Clássicos da Parrilla, passamos para os Cortes Especiais e Pescados, e em breve lançaremos em Salvador Pratos Especiais: opções de alta gastronomia com cortes nobres combinados a acompanhamentos especialmente desenvolvidos para cada corte.  

 

MM. Como funciona seu processo criativo para elaboração de novos pratos?

Chef.  Regularmente fazemos novas leituras dos nossos pratos. O intercâmbio com renomados chefs do mundo todo (o último em Agosto com Yoji Tokuyoshi da Osteria Francescana) e encontros regulares com os chefs de nossas cozinhas são parte importante do processo de formação de uma sólida base de conhecimento. A partir desta base, a Chef Executiva Priscila Oliveira monta propostas de novos pratos que são submetidos para aprovação por críticos convidados e pelos próprios colaboradores.   

 

 

André Freire

(Foto: Yuji Sogawa )

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