E a Bonequinha

E a Bonequinha

Michelle Marie passa por aqui para homenagear as Baianas do Acarajé que muito além de comercializar as iguarias que prepara, são sinônimos de força e resistência e celebrarão. Hoje é o Dia Nacional da Baiana de Acarajé. Baiano que é baiano adora o cheiro de um acarajé fresquinho, frito na hora. Elas merecem todos os nossos aplausos. 

Dia da Baiana de Acarajé - Ana Cassia Nery (Foto: Bruno Concha) Dia da Baiana de Acarajé - Ana Cassia Nery (Foto: Bruno Concha)

Pode ser com vatapá, caruru, camarão, salada de tomate e até uma pimentinha, com moderação, claro. O acarajé é mais do que um item da cultura gastronômica local; faz parte da rotina local, do imaginário do baiano, do sentimento de pertencimento a essa cidade. E tanto amor por um bolinho de feijão frito só pode vir das mãos de alguém especial: a baiana de acarajé. Cerca de 3,5 mil delas estão espalhadas por toda a cidade, segundo levantamento da Associação das Baianas de Acarajé (ABAM).

Patrimônio imaterial, cultural e cartão postal de Salvador, elas são reconhecidas de longe. A roupa, o torço, os adereços, o sorriso e o carisma são inconfundíveis, e ninguém pode passar sem percebê-las, sem sentir a energia que vem delas. Desde 2005, o ofício das Baianas de Acarajé consta no Livro dos Saberes, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), como patrimônio cultural imaterial.

 

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Michelle Marie