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Augusto Cruz, “Sobre Mares e Monstros e Outras Histórias”

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Certificação pela neutralização de parte do Carbono

em 09/08/2017

A preocupação com as florestas tropicais é mundial. Iniciativas vêm sempre surgindo no sentido de financiar a preservação do meio ambiente. Atento ao assunto, o novo livro do escritor Augusto Cruz, “Sobre Mares e Monstros e Outras Histórias”, editora Scortecci, com lançamento previsto para o dia 16 de setembro na Livraria Cultura, em Salvador, acaba de receber Certificação pela neutralização de parte do Carbono emitido pela produção e confecção da obra, a partir da restauração florestal de nascente, em propriedade de uma pequena agricultora, no município de Igrapiúna-BA. Serão plantadas árvores que compensarão cerca de duas toneladas de carbono.

“Acho de extrema importância a colaboração com o meio ambiente. Independentemente do tamanho do projeto, sejamos conscientes. Assim, ofertaremos um ambiente melhor para as futuras gerações”, explica Augusto, que já havia efetuado a neutralização quando da publicação de seu primeiro livro, “Corredor: Um Estilo de Vida”. O processo de remoção de gás carbônico acontece através do ‘sequestro de carbono’, que é a absorção de grandes quantidades de gás carbônico (CO2) presentes na atmosfera. A forma mais comum é a naturalmente realizada pelas florestas: na fase de crescimento, as árvores demandam uma quantidade muito grande de carbono para se desenvolver e acabam tirando esse elemento do ar. Esse processo natural ajuda a diminuir consideravelmente a quantidade de CO2 na atmosfera: cada hectare de floresta em desenvolvimento é capaz de absorver de 150 a 200 toneladas de carbono.

O projeto existe desde 2012 e faz parte do Programa de Serviços Ambientais da Organização de Conservação da Terra, Organização da Sociedade Civil, instituição sem fins lucrativos, tendo como principal objetivo neutralizar e compensar a pegada de carbono, pela recuperação de áreas degradadas em Áreas de Preservação Permanente (APPs) de nascentes em pequenas propriedades rurais, na Área de Proteção Ambiental (APA) do Pratigi.